A VOP – vacina antipólio oral é a gotinha que protege contra a Poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. Diante da pequena quantidade de doses recebidas neste mês, esta vacinação específica está centralizada em seis salas do município: Central na Policlínica, UBSs Regional Sul, Regional Leste, São Jorge, Santa Rosália e Esperança II. “Temos 20 salas no município que continuam com o atendimento normal. Somente para esta vacina é que o serviço foi centralizado nestes seis endereços. Então, as unidades devem oferecer e administrar as demais doses e somente encaminhar os pacientes para uma destas seis salas, no caso de vacinação contra a polio”, explicou Juliana Loro, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

O esquema vacinal previsto pelo Programa Nacional de Imunização indica: 1ª dose, com 1 ano e 3 meses; e um reforço aos quatro anos de idade.

Pentavalente

Na Policlínica Central, atendimento é das 8h às 18h

Pais de crianças com idades de 2, 4 e 6 meses de vida estão sendo orientados a voltar em Janeiro, para que os filhos possam receber a vacina Pentavalente, que como o próprio nome diz, imuniza contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite causada pela bactéria Haemophillus influenzae. A falta das doses é um problema que atinge todo o Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a situação foi gerada porque um estoque de Pentavalente adquirido por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) foi reprovado em testes de qualidade feitos pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e pela (Anvisa) – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. As compras com este fornecedor foram interrompidas e por não haver disponibilidade de entrega imediata de nenhum outro fornecedor internacional, o desabastecimento de doses foi gerado.

A Pentavalente não tem produção nacional e por isso, a necessidade de importação. “Provavelmente, quando essa situação for normalizada, haverá alguma ação no sentido de buscar estas crianças que não estão sendo imunizadas neste período, dependendo de orientações do Ministério da Saúde. Não recebemos as doses para dezembro, mas há uma informação de que esta situação seja normalizada em janeiro, por isso a orientação para que os pais retornem no próximo mês”, complementou Juliana Loro. O Ministério da Saúde é o responsável pelo abastecimento de vacinas na Rede SUS. A distribuição é feita para os Estados, que por sua vez, organizam esta logística em Regionais de Saúde. Poços é pertencente à Regional de Pouso Alegre. “Nosso setor de epidemiologia é muito organizado e atuante mas nossas ações, dependem em grande parte, de diretrizes nacionais e estaduais e dentro disso, os esforços são no sentido de prestar o melhor atendimento possível”, finalizou o secretário de Saúde, Carlos Mosconi.

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